A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação – Seapi do Rio Grande do Sul reduziu o número de barreiras sanitárias contra a gripe aviária no Vale do Rio Caí, passando de sete para quatro a partir desta sexta-feira (23).
A decisão de desmobilização ocorreu após a conclusão da primeira etapa de vistorias nas propriedades rurais num raio de dez quilômetros a partir do foco da doença em Montenegro, e pela ausência de novos casos.
As duas barreiras de desinfecção em um raio de três quilômetros nas estradas vicinais, juntamente com a estrutura localizada mais ao norte, na ERS-124, continuam operando 24 horas por dia. A barreira de bloqueio ao foco também continua em funcionamento, com quase 3 mil veículos já abordados e desinfetados.
No dia anterior (22), a equipe do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal realizou atividades de educação sanitária em 32 escolas municipais e estaduais, além de reuniões com gestores de escolas e agentes de saúde e de endemias na região.
A influenza aviária, mais conhecida como gripe aviária, é uma doença viral que afeta principalmente aves, mas também pode ser transmitida para mamíferos, incluindo seres humanos. A transmissão ocorre principalmente pelo contato com aves doentes e materiais contaminados, como água.
O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul enfatiza que o consumo de carne de aves e ovos vindos de locais seguros é seguro, uma vez que a doença não é transmitida dessa forma, não havendo restrições relacionadas a esse aspecto.

