Tenet, de Christopher Nolan, é filme vertiginoso para sentir, não entender
“Não tente entender; sinta”, diz a cientista ao apresentar ao Protagonista (John David Washington) o segredo guardado em seu laboratório: balas que se descravam da parede e disparam para dentro do cano da arma quando se aperta o gatilho, objetos que sobem da gaveta para a mão quando se faz o gesto de soltá-los. O que é bom para o Protagonista é bom para a plateia: Tenet (Estados Unidos/Inglaterra, 2020), que finalmente estreia no país depois dos sucessivos adiamentos impostos pela pandemia, funciona melhor quanto menos se tenta compreender as brincadeiras vertiginosas do diretor Christopher Nolan com as leis da…
